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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Operadoras anunciam nova descoberta de petróleo em Angola


A sociedade angolana de combustíveis, Sonangol, e a Tepa Limited, uma subsidiária do grupo francês Total, anunciaram quinta- feira a descoberta de um novo poço de petróleo (Begónia-01), perfurado na Zona Nordeste do Bloco 17/06, em águas profundas do offshore de Angola.


Segundo um comunicado citado pela Agência Angola Press (Angop), o Begónia-01 é o segundo poço de pesquisa sondado com sucesso no bloco perfurado numa lâmina de água de 453 metros.


O poço comprovou a existência de hidrocarbonetos nos reservatórios de idade Miocênica, tendo produzido na fase de teste mais de seis mil barris/dia de crude de muito boa qualidade (36 graus API de densidade).


A Sonangol é a concessionária do Bloco 17/06, enquanto a Total é a operadora com uma participação de (30 porcento), ao lado da Sonangol Pesquisa e Produção S.A (30 porcento) e da Sonangol Sinopec International Limited (SSI) Seventeen Limited (27,5 porcento).


Também operam no mesmo bloco a Acrep Bloco 17 S.A. (5 porcento), a Falcon Oil Holding Angola S.A. (5 porcento) e a Partex Oil and Gas (Holding) Corporation (2.5 porcento) (Fonte: Panapress, 2010-04-01).

sábado, 14 de março de 2009

Petrobras começa a produzir petróleo na Nigéria


O campo de petróleo de Akpo, localizado em águas profundas da Nigéria e explorado pela Petrobras, começou a produzir hoje (9), segundo informações da estatal. A Petrobras detém 16% de participação, em parceria com a francesa Total (operadora do bloco), as nigerianas NNPC (Nigerian National Petroleum Corporation) e Sapetro (South Atlantic Petroleum), além da chinesa CNOOC.

O início da produção de Akpo estava previsto para abril, mas a operadora conseguiu antecipar o cronograma em um mês. Descoberto em 2000, o campo está localizado a 200 quilômetros da costa nigeriana, em profundidade varia entre 1.200 e 1.400 metros. As reservas estimadas são da ordem de 620 milhões de barris de óleo condensado, o que significa um petróleo leve e de maior valor comercial.

Em nota, a estatal brasileira divulgou que a estimativa é de que Akpo tenha um pico de produção 175 mil barris por dia, o que deve ser alcançado no terceiro trimestre deste ano.

A Petrobras iniciou suas atividades na Nigéria em 1998, em águas profundas do delta do Rio Níger. Além da atuação no campo de Akpo, a companhia tem participação em águas profundas no campo de Agbami (Fonte: Correio 24 Horas - Globo / Agência Brasil, 2009-03-09).

sexta-feira, 13 de março de 2009

Investidor recebe com frieza os resultados da Petrobras


Logo depois de anunciar um lucro anual recorde de R$ 33 bilhões, a Petrobras não teve um grande desempenho das suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). As ações preferenciais subiram apenas 0,11%, enquanto as ordinárias (com direito a voto) apresentaram valorização de 0,25%. No ano, as ações preferenciais têm alta de 12,47%, mas nos últimos 12 meses a perda chega a 32,48%. O Ibovespa, principal indicador da Bolsa paulista, encerrou o dia com retração de 0,98%, aos 36.741 pontos.


Para George Sanders, estrategista de renda variável da Infinity Asset Management, alguns fatores fizeram com que as ações apresentassem este desempenho. "Primeiro, foram as bolsas lá fora, que estão em queda. Depois, tem a questão do petróleo, que está com um valor muito baixo. E, por fim, o balanço da companhia que veio dividido e os investidores não gostaram do alto preço na produção e de o resultado ter sido ajudado pelo movimento cambial", explica Sanders.


Luiz Otávio Broad Nunes, analista do setor petrolífero da Ágora Corretora, creditou o desempenho apagado das ações da companhia ao desempenho do Ibovespa. "A Bolsa caiu quase 1%, este foi o principal fator de a Petrobras não conseguir um bom dia no mercado", afirma o analista.


O volume financeiro da Bolsa foi de R$ 2,7 bilhões, com 221.870 contratos negociados no dia. As ações PN da Petrobras foram as mais negociadas no pregão desta segunda-feira, com volume financeiro de R$ 692 milhões. As ON ficaram com a terceira maior negociação, com montante de apenas R$ 165,7 milhões.


O plano de investimentos da Petrobras para o período de 2009 a 2013 será de US$ 174,4 bilhões, e este também é um dos pontos que preocupam alguns investidores, principalmente os de curto e médio prazo. "Na minha opinião, a Petrobras esta caminhando na contramão do mercado, realizando investimentos enquanto o mundo passa por um período de desaceleração e recessão", acredita Sanders.


Quanto ao audacioso plano de investimentos, Broad é mais confiante e afirma que esta não é a principal preocupação do investidor no momento. "Com este plano, fica claro que a companhia vai ter mais despesas, mas, pensando no longo prazo, a Petrobras poderá se beneficiar de um aumento de produção vindo dos investimentos realizados", diz ele.


Para fazer uma análise de o que o mercado pode querer com as ações da Petrobras, Sanders prefere esperar porque ainda faltam divulgações que podem mudar o destino de alguns investidores. "A cautela deve continuar até a companhia divulgar seus resultados no mercado externo, acho que isso deve ocorrer até dez dias após a divulgação do Brasil. Como lá fora a regra contábil é mais exigente, é mais correto esperar para ver o que vai acontecer", disse ele.


Neste mês a WinTrade, home broker da Alpes Corretora, colocou em sua carteira recomendada as ações preferenciais da estatal. "A petrolífera reagiu bem tanto às declarações de seu presidente - de que não pretende, por enquanto, ajustar para baixo os preços da gasolina - quanto ao comportamento do preço do petróleo, que pelo terceiro mês consecutivo conseguiu se sustentar acima dos US$ 45,00 o barril", explicou a corretora, em sua carteira recomendada, que segue a mesma recomendação do mês de fevereiro. Não só a estatal fez parte da continuidade, como as demais companhias brasileiras.



Mercado externo


Ontem a Petrobras começou a explorar o campo de petróleo de Akpo, localizado em águas profundas da Nigéria. A estatal detém 16% de participação, em parceria com a francesa Total (operadora do bloco), as nigerianas Nigerian National Petroleum Corporation (NNPC) e South Atlantic Petroleum (Sapetro), além de uma petrolífera chinesa. O início da produção estava previsto para abril, mas a operadora conseguiu antecipar o cronograma em um mês.


Outro ponto que pode ser positivo para os investidores brasileiros e estrangeiros, e será aguardado no mercado de hoje, foi a publicação em um jornal espanhol de que o presidente dos EUA, Barack Obama, tem interesse em mais petróleo brasileiro.


Possível acordo para aumentar fluxo de venda de petróleo brasileiro para os Estados Unidos impediram que as ações da Petrobras fechassem em queda ontem, mesmo com baixa da Bolsa de Valores (Fonte: DCI, 2009-03-10).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Em Angola, empresas estão otimistas em relação à crise


Empresas que atuam em Angola encaram com otimismo 2009, apesar da crise e da queda do preço do barril de petróleo e de um cenário traçado pelo Banco Mundial que aponta para um recuo da economia angolana.


Olivier Langavant, diretor geral da Total-Angola, uma das mais importantes petrolíferas do país, disse que a sua empresa encara uma “situação de crise”, mas garantiu que “não estão em causa quaisquer cortes importantes” nos investimentos. “A realidade atual é que estamos numa situação de crise com os baixos preços do petróleo e estamos agora a ver de forma muito restrita todos os investimentos que temos”, declarou.


Contudo, Langavant afirmou que a Total-Angola não prevê “cancelar os investimentos maiores” e os de caráter social, embora esteja “a rever tudo como todas as companhias”. A produção de referência da Total Angola é acima de 500 mil barris/dia.


Langavant que os grandes investimentos, como o projeto Paz Flor, de cerca de US$ 9 bilhões, com dezenas de poços de petróleo que deverão começar a produzir em 2011, “não serão afetados”.



Contração

A economia angolana pode contrair-se em 2009, pela primeira vez nos últimos anos, devido ao recuo "dramático" das receitas petrolíferas, alertou o relatório de janeiro do Banco Mundial.


O estudo indica que a quebra nominal do PIB pode atingir 17% em relação a 2008, com a média anual do preço do petróleo a US$ 50 e o setor não-petrolífero crescendo 10% ao ano, e 23% num cenário do barril a US$ 40. "Em qualquer cenário", aponta ainda o BM, "o governo vai perder receitas em relação a 2008" e a quebra pode atingir os 50%, num cenário "pessimista" de petróleo a US$ 40 e um corte de produção de 13%.


Apesar deste cenário pessimista, José César Macedo, presidente do Conselho de Administração da Lactiangol, empresa de lacticínios angolana, o reflexo da crise na atividade da empresa “ainda não deu sinais”. “Pelo contrário", explicou Macedo, "o setor não demonstra sinais da crise porque, neste momento, a acompanhar um aumento constante da produção de leite em Angola, o preço da matéria prima importada tem baixado, ao mesmo tempo que o mercado nacional ainda apresenta uma procura superior à oferta” (Fonte: Agência Lusa, 2009-02-04).

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Crise do crude vai acabar?


Depois de uma sessão de meditação colectiva e de alguns discursos, os presentes organizaram-se em grupos para discutir um pouco de tudo, dos transportes que não usam petróleo como combustível à estratégia a adoptar para persuadir os políticos locais a aderir ao mote do movimento das ‘Transition Towns’: reduzir a pegada de carbono em resposta às preocupações em torno do decréscimo das reservas de hidrocarbonetos e do aquecimento global.

Estes encontros foram, durante anos, considerados manifestações excêntricas. Grande parte dos executivos que trabalha na indústria petrolífera, dos governos, dos analistas e dos consultores rejeitou a teoria do “pico do petróleo”, que se baseia no trabalho desenvolvido pelo geofísico Marion King Hubbert nos anos 50, quando se encontrava ao serviço da Shell, e que defende que a produção de crude vai, em breve, entrar numa fase de declínio terminal. Os seus críticos alegam que descura aspectos como as reservas remanescentes, subestima o contributo dos desenvolvimentos tecnológicos e ignora o papel das forças de mercado, cuja influência pode determinar as futuras reservas.

Mas numa altura em que o preço do petróleo atingiu novo máximo histórico, 135 dólares por barril, isto é, mais mil por cento do que há uma década, os receios de que a era dos hidrocarbonetos está a chegar ao fim começa a contagiar todas as áreas do mercado. Muitos profissionais da indústria petrolífera aceitam hoje que os preços não se devem apenas ao forte aumento da procura, mas também às restrições da oferta. Os apelos a novos investimentos são cada vez mais uma constante e estiveram no topo da agenda dos ministros da Energia dos principais países consumidores e produtores de petróleo, na reunião que teve lugar o mês passado em Roma. Poucas semanas depois, os analistas da Goldman Sachs e de outras empresas de referência, bem como os ministros dos países da OPEP, chegavam a uma conclusão: os preços do petróleo podem atingir os 200 dólares/barril dentro de dois anos.

O facto de a produção petrolífera da Rússia ter decrescido perto de meio ponto percentual em Abril – a primeira quebra em dez anos – foi suficientemente alarmante para o mundo em geral e para a indústria em particular. Porquê? Porque até há cinco anos o segundo maior produtor mundial mantinha uma taxa de produção anual na ordem dos 12%. Mas há mais: alguns executivos da indústria petrolífera, como Leonid Fedun, vice-presidente da Lukoil, declararam entretanto que a produção russa já atingiu o pico.

Dias depois de Fedun ter feito esta declaração, a Arábia Saudita, o maior produtor e exportador mundial de petróleo, anunciou que suspendera os planos que visavam aumentar a capacidade de produção. O ministro saudita da Energia, Ali Naimi, realçou que as previsões para a procura não permitem expandir a produção além dos 12,5 milhões de barris/dia, limite a atingir no próximo ano, apesar de o reino saudita ter investido nos últimos anos mais de 12,9 mil milhões de euros no aumento da capacidade.

O problema é que ninguém sabe o que se passa no seio da indústria petrolífera saudita. Riad é um “segredo bem guardado”. Tão bem guardado que os analistas da Sanford Berstein, uma empresa de serviços financeiros, optaram por espiar via satélite as actividades de perfuração e extracção na maior jazida petrolífera do mundo, Ghawar, ao longo dos últimos nove meses, para confirmarem se houve, ou não, alguma alteração no padrão de exploração. E qual foi a sua conclusão? A Arábia Saudita terá de se esforçar mais do que aquilo que os seus engenheiros e geólogos haviam previsto em 2004, e explorar ao máximo a vertente norte de Ghawar.

Matthew Simmons, banqueiro de investimento na área das energias, mostra-se mais pessimista quanto à “saúde” de Ghawar. Por uma razão muito simples: se a Arábia Saudita não tenciona expandir a sua produção para 15 milhões de barris/dia, isso significa que está a fazer tudo para evitar o colapso das suas jazidas. Mas o mais dramático, na opinião de Simmons, é o mundo depender de um “punhado” de jazidas que hoje se encontram em acentuado declínio. Mais: desde a década de 70 que não se descobrem novas jazidas com igual capacidade. Um em cinco barris consumidos diariamente provém de uma jazida com mais de 40 anos. Nenhuma das jazidas descobertas nos últimos 30 anos tem capacidade para produzir mais de 1 milhão de barris/dia. Pior: a sua dimensão tem vindo a diminuir drasticamente.

As preocupações em torno da oferta alastraram à maioria dos gabinetes das petrolíferas internacionais. James Mulva, CEO da norte-americana ConocoPhillips, e Christophe de Margerie, seu homólogo na francesa Total, manifestaram recentemente o seu pessimismo ao reconhecerem que a produção petrolífera mundial nunca irá ultrapassar a fasquia dos 100 milhões de barris/dia. É este o volume que a Agência Internacional de Energia estima ser necessário para satisfazer a procura mundial dentro de sete anos, a qual deverá disparar para os 16 milhões de barris/dia em 2030.

Mulva e Margerie, tal como um número crescente de executivos do sector e de ministros, estão cientes de que a era do “petróleo fácil” tem os dias contados e de que as barreiras políticas – como a instabilidade na Nigéria, o processo de nacionalização das empresas energéticas na Rússia e as tensões internacionais que, desde há duas décadas, vêm a mitigar o potencial energético do Iraque – têm impedido as empresas de explorar em pleno os 2.400-4.400 milhares de milhões de barris remanescentes.

As petrolíferas, em vez de se prepararem para o dia do “Juízo Final”, têm usado a tecnologia para extrair o crude que ainda existe nas suas velhas jazidas e procurado novas reservas em terrenos mais remotos e hostis. Mas sublinham que seria importante que os consumidores, habituados a depender do crude para tudo, não desperdiçassem este valioso recurso.

Os executivos da indústria reconhecem que as jazidas nos países desenvolvidos, como as do Mar do Norte e do Alasca, estão prestes a atingir o “pico”. (Segundo a Sanford Bernstein, a produção exterior à OPEP deverá atingir o pico já este ano). No entanto, lembram que a capacidade das jazidas não convencionais, como Alberta, no Canadá, ou a Faixa do Orinoco, na Venezuela, já ultrapassaram o número de barris de petróleo produzidos pela Arábia Saudita. Acontece que estas duas alternativas têm grandes desvantagens: a primeira por se tratar de uma exploração que obriga ao uso intensivo de água e energia, e a segunda por estar sob a alçada do Governo populista de Hugo Chávez, facto que leva muitas empresas a recear investir na Faixa do Orinoco.

Guy Caruso, presidente da Administração da Informação Energética (AIE) do Departamento de Energia dos EUA, acredita que o mercado tem poder suficiente para influir nas políticas dos governos e no comportamento dos consumidores e das petrolíferas. A AIE estima que as importações norte-americanas de petróleo irão diminuir ligeiramente nos próximos 22 anos. Ora, isto quer dizer que a dependência das importações de petróleo do maior consumidor mundial vai decrescer entre 60% a 50% até 2015, antes de voltar a crescer para os 54% até 2030. As razões para esta descida são a crescente eficiência energética nos automóveis, a redução da procura, o aumento do consumo de biocombustíveis e o crescimento da produção dos EUA em um milhão de barris/dia no Golfo do México até 2012. “Hubbert nunca poderia ter previsto que a tecnologia ia evoluir desta maneira. Que hoje se usaria a perfuração horizontal e se poderia extrair petróleo do oceano a 3.600 metros de profundidade”, sublinha Caruso.

Uma versão mais pessimista deveria incluir um declínio ainda mais acentuado e generalizado à medida que os países em desenvolvimento vergam sob o peso dos subsídios que são obrigados a pagar para suprir as necessidades energéticas e de alimentação da sua população. As opiniões de Jeremy Leggett, um geólogo convertido em empresário e autor de “Half Gone: Oil, Gas, Hot Air and the Global Energy Crisis”, vai ainda mais longe na sua parábola para o pior cenário: “Os preços da habitação colapsaram. Os mercados de acções entraram em ruptura… As empresas foram à falência… Primeiro centenas de milhar, depois milhões, de trabalhadores foram atirados para o desemprego. Onde antes havia cidades prósperas com cafés e esplanadas vêem-se hoje filas de pessoas na chamada ‘sopa dos pobres’ e um exército de pedintes nas ruas”.

Os executivos da indústria petrolífera rejeitam este cenário quase apocalíptico que, de tão corrosivo, tem o poder de deturpar políticas e decisões de investimento. Mas são visões como esta que levam as pessoas a agir e a usar a energia de uma forma mais eficiente. Os tocadores de gaita-de-foles e inseridos nas ‘Transition Towns’ são parte – ainda que pequena – da solução para as incertezas do futuro. Mesmo que o mundo nunca venha a viver a catástrofe que eles prevêem (Fonte: Diário Ecónomico/Financial Times, 2008-05-26).

terça-feira, 22 de abril de 2008

Petrobras deve começar a produzir petróleo em dois campos da Nigéria


A Petrobras deverá começar a produzir petróleo em dois campos gigantes na Nigéria ainda neste ano.

Segundo o diretor Internacional da companhia, Jorge Zelada, o campo de Agbami, que terá produção de 250 mil barris por dia de petroleo, deverá iniciar a operação em julho.

Já o outro campo, de Akpo, com cerca de 200 mil barris diários de capacidade de produção, deve ter início da operação em dezembro. No primeiro, a participação da Petrobras no projeto é de 13% e no segundo, de 20%.

As parceiras da Petrobras nos dois projetos são a americana Chevron e a francesa Total (Fonte: Globo online, 2008-04-15).

domingo, 13 de maio de 2007

A francesa Total conclui acordos em Angola

French giant Total has finalised agreements to take an operating stake in Block 17/06 and an interest in Block 15/06, off Angola.
Total will take a 30% operating stake in Block 17/06, alongside Sonangol (30%), SSI Seventeen (27.5%), Falcon Oil (5%), ACR (5%), and Partex (2.5%). Sonangol is the concessionaire of block 17/06.
Block 17/06 consists of the relinquished areas of the Block 17, in the Lower Congo basin South Zaire River, which was one of the first blocks awarded in the deep offshore by the Angolan government.
Total, as operator, made 15 separate discoveries at the block, totalling more than 3 billion barrels of recoverable oil. Block 17/06 lies in water depths ranging from 600 to 1900 metres and covers about 3100 square kilometres.
The French player added that it believes the block is still highly prospective and has very large oil potential.
Total has also taken a 15% slice of Block 15/06 which consists of the relinquished areas of the block 15, also in the Lower Congo basin South Zaire River.
Block 15/06 lies in water depths between 400 and 1500 metres and covers about 4200 square kilometres.
Total's partners in the block are Eni (operator, 35%), Sonangol (15%), SSI Fifteen (20%), Falcon Oil (5%), Statoil (5%) and Petrobras (5%). Sonangol is the concessionaire.
The blocks, in Angola's ultra-deep play, were awarded as part of the 2005/2006 licensing organised by Sonangol.
Meanwhile, Total has finalised the cession to Sonangol of its 27.5% share in Block 2/85 and its 55.6% in the Fina Petroleos de Angola (FPA) company.
FPA's assets consist of the Luanda refinery and two onshore licences located near Soyo in the Lower Congo basin. FPA holds 49% of the FS Block and 32.67% on the FST Block.
Total’s current equity production from Block 2/85 and blocks FS and FST is 6500 barrels of oil per day in 2006. (Upstream)

quinta-feira, 29 de março de 2007

Total Angola oficialmente inaugura Dalia

Total has has officially brought the Dalia field, in Block 17, off Angola, on stream at a ceremony attended by Angola’s Petroleum Minister, Desiderio Costa, Songangol boss Manuel Vicente and Total's chief Christophe de Margerie.
Dalia came on stream in December last year. Output already exceeds 200,000 barrels per day and is expected to hit 240,000 bpd soon.
“Dalia is a new global technological benchmark, a milestone in the history of deep-water oil development,” de Margerie said.
With proved and probable reserves estimated at close to 1 billion barrels, the Dalia development cost more than $4 billion. The field comprises 71 wells - 31 for water injection, three for gas injection and 37 producers tied into nine manifolds.
The oil is pumped to a 300 metre floating production storage and offloading vessel that can process 240,000 barrels per day of oil and has a storage capacity of 2 million barrels.
Block 17, which hosts 15 discoveries, lies 135 kilometres off the Angolan coast in water depths ranging from 1200 to 1500 metres.
The block comprises four major areas: Girassol and Dalia, both in production; Pazflor, which is in the final bidding process before sanction; and CLOV, a fourth major production area based on the Cravo, Lirio, Violeta and Orquidea discoveries, whose development is currently being studied. Future production from these fields will come on top of the 500,000 barrels per day that will be pumped by summer 2007. Sonangol is the Block 17 concessionaire. Total, which operates the block has a 40% interest, alongside partners ExxonMobil (20%), BP (16.67%), Statoil (13.33%) and Norsk Hydro (10%).

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Total anuncia descoberta significativa no Bloco 14 de Angola

Total announces that it has made a new significant oil discovery in deep-water Block 14, within the Lower Congo Basin, offshore Angola. Total holds a 20% interest in Block 14 alongside Cabinda Gulf Oil Company Limited, (31%), Sonangol, P. P (20%), Eni (20%) and Galp (9%).The Lucapa-1 discovery well was drilled in 1,201 metres of water to a total vertical depth of 3,340 metres and encountered more than 85 metres of oil in Miocene age sands. The well tested 24-degree API gravity oil from high permeability sand in the main target interval. The discovery will be followed by further appraisal drilling in addition to geologic and engineering studies to appraise the field and assess its potential reserves. The Lucapa discovery is the 10th exploration discovery made in Block 14 since 1997. (www.Oilvoice.com)

sábado, 6 de janeiro de 2007

Angola ganha ainda mais tempero com Salsa-1

Total and the state-run Sonangol have hit pay dirt with the Salsa-1 oil find, in Block 32, in Angola's deep-water play. Drilled in 1806 metres of water, the Salsa-1 well tested at a rate of 3686 barrels per day of oil, from a Miocene reservoir. The find lies in the south-eastern sector of Block 32, about 15 kilometres south-west of the Mostarda-1 discovery. Technical studies are being carried out to evaluate the results obtained from the tests, and further exploration drilling is under way across the block. Sonangol holds the concession rights for Block 32. Partners in the contractor group are operator Total (30%), Marathon (30%), Sonangol (20%), ExxonMobil (15%) and Petrogal (5%).

Total has been present in Angola since 1953 and as of the end of 2006 held interests in six production permits, three of which it operates (Blocks 17, 3 and FS/FST) and three it does not (Blocks 0, 14 and 2) and three exploration permits, one of which it operates (Block 32) and two it does not (Blocks 31 and 33).
Deepwater Block 17 is Total's major asset in Angola. It is composed of four major zones (Girassol and Dalia, which are in production, Pazflor which is in the final bidding process before sanction, and CLOV, a fourth major production area, based on Cravo, Lirio, Orquidea and Violeta discoveries, currently being studied). The production of Block 17, with Girassol and Dalia structures, is expected to reach nearly 500,000 barrels of oil per day by summer 2007.

Ultra-deep exploration work conducted in 2005 and 2006 confirmed the potential of Block 32. After the discoveries of Gindungo in 2003, Canela and Cola in 2004, the positive results from the Gengibre and Mostarda wells drilled in 2005 confirmed the existence of a probable major production structure in the east-central section of the block. Conceptual development studies were initiated in 2005 for development of these discoveries.