A Petrobras a norte-americana Exxon Mobil e a colombiana Ecopetrol deram início à perfuração de um poço para explorar petróleo e gás no mar do Caribe da Colômbia, informou na quinta-feira a Ecopetrol. A empresa colombiana informou à Superintendência Financeira que espera finalizar os trabalhos no poço Arazá 1 no final de 2007 e que ele faz parte das atividades que as três empresas realizam na baía de Cartagena, no Bloco Tayrona. A Petrobras é a operadora do bloco e dona de 40% dele, a Exxon Mobil possui 40% e a Ecopetrol tem os 20% restantes. O poço alcançará uma profundidade aproximada de 9,1 mil pés, segundo a Ecopetrol. Especialistas esperam que a reserva onde as três empresas exploram seja rica em gás, no momento em que a Colômbia se apresenta para exportar esse recurso à Venezuela, atrávés de um duto recém-construído que será inaugurado em 12 de outubro pelos presidentes Alvaro Uribe e Hugo Chávez. A Colômbia está correndo contra o relógio para encontrar novas reservas de hidrocarbonetos, para que não perca a auto-suficiência petroleira. (Invertia)
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sábado, 15 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Equador quer renegociar contrato com a Petrobras
O Presidente Rafael Correa não acredita em estremecimento das relações com o governo brasileiro. O Equador "renegociará" o contrato que mantém com a Petrobras devido a "um erro" na concessão de um campo que é também operado pelo Estado, anunciou no domingo o presidente Rafael Correa, afastando a hipótese de que a ação possa afetar as relações com o governo brasileiro. "Houve um erro. Este não era um campo integrado e portanto não podia ter sido atribuído à Petrobras; por isso, é preciso renegociar o contrato", afirmou Correa ao canal Telerama. A Petrobras está sendo investigada por transferir 40% das ações que detinha para a japonesa Teikoku Oil, sem autorização do governo, bem como pela exploração irregular da jazida Palo Azul, na província amazônica de Orellana (sudeste). Um informe preliminar do Ministério de Energia sugeria a anulação do contrato com a companhia, que extrai 35 mil barris diários no Equador, alegando as mesmas irregularidades que levaram à suspensão do contrato com a petrolífera norte-americana Occidental Petroleum (Oxy). Uma comissão do governo equatoriano questionou, em julho deste ano, o desenvolvimento pela Petrobras do campo de Palo Azul. Na oportunidade, a comissão pediu o cancelamento do contrato com a estatal brasileira. Correa não especificou se mediante a renegociação foi descartada a anulação do contrato com a companhia, que espera a autorização ambiental para operar o bloco 31, localizado nos limites da reserva natural de Yasuni. "Houve um problema porque foi concedido à Petrobras o campo Palo Azul, na pressuposição de que um bloco 18 estava integrado ao operado pela Petroecuador. ocorre que se trata de jazidas diferentes", disse Correa. O presidente equatoriano minimizou uma possível repercussão nas relações com o presidente Lula. "E por quê (deveria haver inconvenientes) se estamos aplicando a lei, as normas, inclusive o senso comum?", afirmou o presidente, abstendo-se de revelar os termos da revisão do contrato com a empresa estatal brasileira. Em um comunicado divulgado em julho passado, a Petrobras afirmou que "cumpriu as disposições legais em todos os seus atos jurídicos, contratuais e administrativos" no Equador. Ontem, representantes da Petrobras não estavam disponíveis para comentar o assunto. A companhia nega ter agido de forma incorreta em Palo Azul. A Petrobras é uma das empresas que mais investe no país e no Equador extrai a maior parte do petróleo em Palo Azul. Correa, ex-ministro de esquerda da Economia, se comprometeu a renegociar os contratos petrolíferos estrangeiros para aumentar o faturamento vindo do petróleo. O Equador enfrenta ainda uma queixa da Occidental Petroleum, que cancelou seu contrato logo depois que o governo do país acusou a empresa norte-americana de transferir ilegalmente parte de um bloco petrolífero. A Occidental nega as acusações e pede a devolução de seus ativos e uma indenização de US$ 1 bilhão. (Gazeta Mercantil)
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Equador quer US$ 1,2 bilhão para não explorar bloco
Com o apoio de ONGs ambientalistas, o governo do Equador iniciou ontem uma corrida contra o tempo para evitar a exploração de uma grande reserva de petróleo no Parque Nacional Yasuní, na Amazônia, considerado reserva da biosfera pela Unesco. A Petrobras tem interesse na área.A proposta é que, em um ano, seja arrecadado US$ 1,2 bilhão para a criação de um fundo que compensaria, a partir de 2013, o que não seria explorado no bloco ITT -a maior reserva de petróleo do país. Para não explorar o ITT, o governo equatoriano quer uma compensação anual de US$ 350 milhões, metade do que seria obtido com a exploração do campo."Nos primeiros 15 dias, vamos recolher assinaturas para fortalecer a proposta até que o Estado abra a conta para o pagamento para que o petróleo fique no subsolo", disse à Folha Esperanza Martínez, diretora da ONG Acción Ecológica, uma das envolvidas no projeto.Os detalhes do projeto seriam anunciados ontem à noite por Correa e serão disponibilizados no site www.amazonia porlavida.org. A proposta não altera a exploração do bloco 31, da Petrobras, também em Yasuní. O governo equatoriano já assegurou que a licença ambiental, suspensa em 2005, sai em breve. (Folha de São Paulo)terça-feira, 3 de abril de 2007
Petrobras retoma produção no Equador
A Petrobras retomou sua produção no Equador após fechar um acordo na última sexta-feira (30) com os moradores que realizavam protestos na região de atuação da estatal. A reivindicação dos manifestantes era a realização de obras sociais na região.De acordo com comunicado oficial da estatal Petroecuador, a produção reiniciada da companhia brasileira alcançou na primeira hora cerca de 28 mil barris de petróleo por dia (bpd), ou 77% da média de produção anterior aos protestos, que era de 36 mil bpd. A empresa teve que parar suas operações completamente no dia 9 de março, por falta de segurança. (Monitor Mercantil)
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