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quinta-feira, 30 de julho de 2009

Acesso a reservas de petróleo é maior preocupação das indústrias do setor


As dificuldades cada vez maiores ao acesso às reservas de petróleo, a forte volatilidade nas cotações desse produto, a incerteza com respeito às políticas energéticas dos diferentes países, a necessidade de reduzir gastos e os riscos de mudanças nas políticas fiscais (regulação) são os principais fantasmas que assombram empresas de petróleo de todo o mundo este ano.


Estas preocupações fazem parte de uma lista de dez maiores riscos para este ano, apontados por executivos de companhias petrolíferas e de analistas de Europa e Estados Unidos no "Relatório Global sobre Riscos nos Negócios do Setor de Petróleo e Gás", elaborado pela Ernst&Young com a Oxford Analytica, inédito no Brasil, mostra reportagem publicada neste domingo pelo jornal O GLOBO.


O sócio da Ernst&Young José Carlos Pinto explicou que os maiores riscos apontados no levantamento mostram as preocupações das empresas globais em todos os países onde atuam, e também no Brasil.


O executivo destacou que o estudo mostra uma mudança em comparação aos riscos apontados na pesquisa de 2008, já como reflexo da crise mundial. O acesso às reservas, que em 2008 ocupava o quarto lugar na lista de preocupações, este ano é listado em primeiro lugar (Fonte: O Globo - Globo, 2009-07-11).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

S&P reduz rating da Petrobras de "BBB" para "BBB-"


A agência de classificação de risco Standard & Poor's reduziu nesta quarta-feira o rating da Petrobras de "BBB" para "BBB-", com perspectiva estável. A nota ainda está na faixa do grau de investimento.


A S&P citou o elevado volume de investimentos programado para os próximos cinco anos, aliado aos preços relativamente menores do petróleo no mercado internacional e dos combustíveis no mercado brasileiro, como elementos motivadores para a redução na nota da estatal.


"O grande plano de investimentos de 174,4 bilhões de dólares da empresa para os próximos cinco anos em meio a um cenário esperado de preços menores no Brasil e no exterior para o petróleo devem resultar em fluxo de caixa operacional negativo durante esse período, exigindo esforços de financiamento significativos", disse a agência em relatório.


"Apesar do esperado aumento da alavancagem para financiar os robustos investimentos, nós acreditamos que a Petrobras vai manter sua posição satisfatoriamente, assim como boa perspectiva para crescimento", acrescentou a S&P (Fonte: O Globo - Globo, 2009-06-10).