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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Exploração de petróleo no país já habilitou 44 empresas

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) habilitou 44 empresas para a 11ª Rodada de Licitação de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural nas bacias sedimentares do pós-sal da costa brasileira. As licitações serão nos dias 14 e 15 de maio, no Rio de Janeiro. Seis empresas foram habilitadas hoje (12).

Segundo a ANP, 19 empresas são do Brasil, oito dos Estados Unidos, seis do Reino Unido, cinco do Canadá. Austrália, Ilhas Cayman e Colômbia participam com três empresas cada. A China tem duas empresas habilitadas, mesmo número de cinco países: Bermudas, Espanha, França, Noruega e Panamá.

A 11ª rodada vai licitar 289 blocos em 23 setores, totalizando 155,8 mil quilômetros quadrados (km²), distribuídos em 11 bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano Sul.

As empresas habilitadas hoje foram Sonangol, Guananbi Exploração e Produção de Petróleo, Ress Corporation, Sinoco International, Trayectoria Oil & Gas, Tetra Energia e UTC Óleo e Gas.
 
Fonte: Exame/Abril, 2013-04-12.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Sonangol anuncia início de produção em águas ultraprofundas de Angola


A petrolífera angolana Sonangol anunciou o início de produção de águas ultraprofundas na Angola. A produção do projeto PSVM (Plutão, Saturno, Vênus e Marte) foi iniciada em 30 de janeiro, segundo divulgado em seu site.

Na fase inicial é proveniente de três poços do campo Plutão, com previsão de 70 mil barris de petróleo por dia, segundo a Sonangol. De acordo com a empresa, o PSVM atingirá uma produção máxima de 150 mil barris de petróleo por dia, com a entrada em produção dos campos de Saturno e Vênus ainda em 2013, e de Marte em 2014.

Um total de 40 poços produtores e de injeção de água e gás submarinos serão conectados ao FPSO PSVM por meio de 15 coletores e equipamentos associados. O FPSO PSVM tem capacidade de armazenamento de 1,6 milhões de barris de petróleo e é o primeiro a operar em águas ultra-profundas em Angola, informou a empresa.

Segundo a companhia, o projeto PSVM tem cerca de 20% de conteúdo local, com a fabricação e montagem de componentes nos estaleiros de Soyo, Dande, Luanda, Porto Amboim e Lobitom. A BP Exploration (Angola) Limited é o operador da concessão do Bloco 31 do offshore angolano com 26,67% e tem como parceiros a Sonangol E.P. (25%), a Sonangol P&P (20%), a Statoil Angola A.S. (13,33%), a Marathon Petroleum Angola Block 31 Limited (10%) e a Sonangol Sinopec Internacional Block 31 Limited (5%). A Sonangol é a concessionária.

Em setembro de 2012, a Sonangol e a Maersk Oil Angola anunciaram uma descoberta de petróleo em águas profundas do offshore angolano no Bloco 16, com a perfuração do poço Caporolo-1. No mesmo bloco, no poço Chissonga-1, também já havia revelado presença de petróleo.

(Fonte: G1.Globo, 2013-02-06).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Sonangol inicia produção de petróleo em três poços no offshore angolano


A petrolífera angolana Sonangol anunciou nesta quinta-feira o início da produção petrolífera em três poços do Bloco 31 do offshore angolano, em que prevê atingir a produção diária de 70 mil barris.

Em comunicado, a empresa refere que o Bloco 31, situado em águas ultra-profundas, é operado conjuntamente pela Sonangol Pesquisa e Produção (20%) e pela britânica BP (26,37%), e os direitos de exploração estão atribuídos a um consórcio que integra a Sonangol (25%), a norueguesa Statoil (13,33%), a norte-americana Marathon (10%) e a empresa sino-angolana China Sonangol (5%).

A extracção de petróleo começou a ser feita em três poços do campo Plutão, que faz parte do Projecto PSVM (Plutão, Saturno, Vénus e Marte).

Segundo o comunicado da Sonangol, o Projecto PSVM deverá atingir uma produção máxima diária de 150 mil barris de petróleo, com a entrada em produção dos restantes campos: Saturno e Vénus em 2013, e Marte em 2014.

A produção do “PSVM” é feita através de uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Descarga, com uma capacidade de armazenamento de 1,6 milhões de barris de petróleo, a primeira a operar em águas ultra-profundas em Angola, destaca o documento.

A Sonangol refere ainda no comunicado que 40 poços produtores e de injecção de água e gás submarinos serão ligados àquela Unidade Flutuante de Armazenamento através de 15 colectores e equipamentos associados.

Angola é o segundo maior produtor de petróleo do continente africano, a seguir à Nigéria.

(Fonte: Publico P Economia, 2013-01-31).

domingo, 27 de janeiro de 2013

Angolano Nembamba Vita comanda navio petroleiro

O primeiro angolano da frota de navios comerciais formado pela Sonangol, Nembamba Camilo Miezi Vita, foi ontem promovido ao grau de comandante, no decorrer de uma cerimónia realizada no navio “Loengos”, da companhia petrolífera estatal angolana, atracado na Baía de Luanda.

De 36 anos, natural do Namibe, o primeiro comandante angolano fez os seus estudos em Angola, Índia, Escócia e Grã-Bretanha, tendo atingido a categoria de mestre em Marinha Mercante.

Nembamba Vita está há mais de 12 anos nas lides marítimas, com passagens por vários portos do Mundo.

Agora, Nembamba Vita passa a comandar o “Loengos”, um navio com capacidade de transporte de 500 mil barris de petróleo.

Ao usar da palavra, a administradora da Sonangol, Anabela Fonseca, congratulou-se com o feito de Nembamba Vita, afirmando que o primeiro comandante angolano de um petroleiro deve servir de exemplo para todos os jovens angolanos, porque “para o país se desenvolver, são necessários quadros capazes”.

(Fonte: Jornal de Angola, 2013-01-26)

terça-feira, 19 de abril de 2011

A petrolífera angolana Sonangol vai investir 12 milhões de dólares em São Tomé e Príncipe


A petrolífera angolana Sonangol vai investir 12 milhões de dólares ainda este ano na recuperação e modernização do porto e do aeroporto internacional de São Tomé, disse quinta-feira na capital são-tomense à Macauhub o ministro são-tomense de Recursos Naturais, Carlos Vila Nova.

Vila Nova disse ainda que o investimento da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola surge na sequência de um contrato de concessão do porto e do aeroporto da capital do país por um período de trinta anos, assinado com a petrolífera angolana quarta-feira em São Tomé.

Assinado pelo próprio ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais são-tomense e pelo administrador executivo do Grupo Sonangol, Batista Sumbe, o acordo indica a Sonangol como a nova gestora do porto de Ana Chaves e do aeroporto Internacional de São Tomé com uma participação de 80 por cento, deixando os restantes 20 para o Estado são-tomense.

O contrato estabelece ainda “um investimento de urgência” por parte da Sonangol em mais de cinco milhões de dólares para o porto de Ana Chaves e pouco mais de sete milhões de dólares para o aeroporto internacional de São Tomé em resposta às exigências internacionais.

Apontada como uma das futuras parceiras de São Tomé e Príncipe no processo que visa a exploração de petróleo, a Sonangol é a única fornecedora de combustíveis à empresa são-tomense ENCO, que detém o monopólio de comércio desses produtos no arquipélago.(Fonte: Macauhub, 2011-04-29).

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Petrobrás planeja fazer mapeamento de reservas em Angola


A Petrobrás e a petroleira estatal angolana Sonangol planejam realizar um mapeamento das áreas de exploração de petróleo em Angola, antes de o governo realizar uma nova rodada de licitações, afirmou o jornal português Diário Económico.


"Nós estamos esperando a visita de uma delegação brasileira nos próximos dias para iniciar as conversações sobre a organização do programa", afirmou o ministro da Defesa Nacional de Angola, Cândido Van-Dúnem, à agência de notícias Lusa, segundo o jornal.


Em julho, a Petrobrás confirmou a descoberta de petróleo em Angola, num bloco operado pela italiana Eni. Segundo a estatal, avaliações iniciais indicaram a existência de pelo menos 500 milhões de barris de petróleo de alta qualidade ("in place").


O jornal também disse, sem citar fontes, que a petroleira portuguesa Galp Energia, parceira da Petrobrás no Brasil, disse ao governo angolano que está interessada em adquirir participações minoritárias nos blocos de petróleo que deverão ser licitados. A Galp disse que não comentaria o assunto.


A Angola está tentando atrair o interesse das companhias antes de adotar medidas concretas para conceder novas licenças de exploração de petróleo no país.


Dados geológicos indicaram que as bacias do Congo e de Kwanza, em Angola, têm características similares com as bacias offshore do Brasil, onde foram feitas as maiores descobertas de petróleo do mundo nos últimos anos, afirmou o Diário Económico.

(Fonte: Economia - Estadão / Agência Estado / Dow Jones, 2010-09-29).

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Operadoras anunciam nova descoberta de petróleo em Angola


A sociedade angolana de combustíveis, Sonangol, e a Tepa Limited, uma subsidiária do grupo francês Total, anunciaram quinta- feira a descoberta de um novo poço de petróleo (Begónia-01), perfurado na Zona Nordeste do Bloco 17/06, em águas profundas do offshore de Angola.


Segundo um comunicado citado pela Agência Angola Press (Angop), o Begónia-01 é o segundo poço de pesquisa sondado com sucesso no bloco perfurado numa lâmina de água de 453 metros.


O poço comprovou a existência de hidrocarbonetos nos reservatórios de idade Miocênica, tendo produzido na fase de teste mais de seis mil barris/dia de crude de muito boa qualidade (36 graus API de densidade).


A Sonangol é a concessionária do Bloco 17/06, enquanto a Total é a operadora com uma participação de (30 porcento), ao lado da Sonangol Pesquisa e Produção S.A (30 porcento) e da Sonangol Sinopec International Limited (SSI) Seventeen Limited (27,5 porcento).


Também operam no mesmo bloco a Acrep Bloco 17 S.A. (5 porcento), a Falcon Oil Holding Angola S.A. (5 porcento) e a Partex Oil and Gas (Holding) Corporation (2.5 porcento) (Fonte: Panapress, 2010-04-01).

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Odebrecht descobre petróleo de boa qualidade em Angola, em águas profundas


A Odebrecht Óleo e Gás, do grupo Odebrecht, fez sua primeira descoberta de petróleo no exterior, em Angola. A descoberta será anunciada nesta quinta-feira em Angola, informou o presidente da Odebrecht Óleo e Gás, Miguel Gradin. Até 2011, a empresa planeja investir US$ 4 bilhões em todas as suas atividades de exploração e produção, concentradas em Angola e no Brasil.


No Brasil, a Odebrecht participa da exploração de um bloco terrestre na Bacia Potiguar. No ano passado, a companhia anunciou a viabilidade econômica da descoberta de petróleo num poço exploratório do Bloco POT-T-612 da Bacia Potiguar (Campo Carcará), no Rio Grande do Norte.
Gradin disse que o óleo encontrado em Angola é leve, de boa qualidade. O poço tem profundidade de 4.725 metros e está em águas profundas, a 1.230 metros de distância do nível ao fundo do mar.


A descoberta está 315 quilômetros a noroeste da capital, Luanda. O executivo calcula que o campo poderá entrar em produção em quatro ou cinco anos. O consórcio é formado pela Maersk Oil (operadora, com 50%), pela Sonangol (20%), pela Odebrecht Óleo e Gás (15%) e pela Devon Energy (15%) (Fonte: O Globo - Globo, 2009- 07-16).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Sonangol investe em equipamentos para porto de São Tomé

A petrolífera angolana Sonangol vai investir, ainda este ano, cerca de dois milhões de dólares (1,5 milhões de euros) em equipamentos para o porto de Ana Chaves na capital são-tomense, informou a empresa.

O investimento angolano é feito no quadro de um memorando assinado no início deste ano entre a Sonangol e o Governo de São Tomé e Príncipe, cujos contornos não foram divulgados, e que prevê o apetrechamento do porto da capital são-tomense com equipamentos de descarga e carregamento de navios em terra e no mar, bem como a reabilitação e iluminação da pista do aeroporto internacional de São Tomé.

No passado fim-de-semana as duas partes estiveram reunidas na capital de São Tomé, tendo o Governo são-tomense manifestado "muita urgência" na aquisição dos equipamentos.

O porto de São Tomé tem-se confrontado, desde há vários anos, com a grave situação de congestionamento de navios e demora na descarga, e o Governo do arquipélago pretende ver resolvido esse problema com a maior brevidade.

"Estamos a negociar com a Sonangol a possibilidade de importarem já os equipamentos necessários para o porto, nomeadamente as gruas e barcos com alguma capacidade para o transporte de mercadorias do navio para o cais e vice-versa", disse o ministro das infra-estruturas, Benjamim Vera Cruz.

O director financeiro da empresa angolana disse, por seu lado, que "por enquanto (a Sonangol) vai fazer uma acção a muito curto prazo para o porto, atendendo à urgência". Os equipamentos" já foram quantificados e agora estamos na fase de mobilização de meios para a sua efectivação", acrescentou Osvaldo Vaz.

O porto de são Tomé carece urgentemente de equipamentos para a sua operacionalidade podendo correr o risco e paralisação. "Nós analisámos inclusive a hipótese de parte desses equipamentos vir por via aérea para permitir que pudéssemos ultrapassar o grande constrangimento que existe actualmente", acrescentou o ministro são-tomense das infra-estruturas. "Há uma preocupação muito grande da parte são-tomense para que esses equipamentos cheguem a São Tomé o mais urgente possível", adiantou Osvaldo Vaz.

O investimento na reabilitação e iluminação do aeroporto internacional acontecerá depois de concluída a compra dos equipamentos para o porto da capital do arquipélago de São Tomé, segundo a fonte da empresa Sonangol (Fonte: Diário Digital - Sapo / Lusa, 2009-06-15).

Galp torna-se maior acionista da Enacol


A petrolífera portuguesa Galp Energia se tornou a maior acionista da Empresa Nacional de Combustíveis (Enacol) de Cabo Verde, decisão que está criando polêmica, principalmente pela "insatisfação" da angolana Sonangol.


A decisão foi tomada em abril em uma assembleia-geral da Enacol, mas mantida em sigilo, uma vez que só foi revelado publicamente que a Galp Energia subiu a sua participação acionária de 33,2% para 45,03%, enquanto a Sonangol passou de 33,2% para 38,13%.


O jornal A Semana, num artigo intitulado "Galp assume controle da Enacol, Sonangol fala em golpe", escreve que o descontentamento da parte angolana foi manifestado na própria assembleia-geral, onde foi aprovado também o aumento de três para cinco o total de administradores.


Desse grupo, três são destacados pela empresa portuguesa - que ficou também com a direção do Conselho Fiscal e da Mesa da Assembleia Geral -, um pela angolana e um pela parte cabo-verdiana.


"Detentora de 45,03% do capital social da Enacol (…) e com os acionistas minoritários a primarem pela ausência durante a reunião da Assembleia Geral, bastou à Galp uma maioria simples para impor a sua vontade", diz o jornal A Semana, que cita fontes oficiais.


Segundo o jornal, a "atitude" da Galp Energia "desagradou" à Sonangol, uma vez que a empresa angolana e portuguesa têm um acordo para os assuntos mais importantes, como a eleição de novos administradores, que devem ser concertados antes da assembleia-geral.



Disputa


Logo após a nomeação dos novos administradores, acrescenta-se no jornal, a parte angolana manifestou, em plena assembleia-geral, que a Galp Energia "não cumpriu", razão pela qual a Sonangol referiu que "vai ver o que se pode fazer para reverter a situação".


A luta entre a Galp Energia e a Sonangol pelo controle da Enacol é já antiga, mas a empresa portuguesa, em 2008, conseguiu obter a maioria das ações depois de adquirir 6,2% delas que obteve, via Bolsa de Valores de Cabo Verde, pela Caixa Banco de Investimentos (CBI).


Pouco depois, as ações da Enacol acabaram por valorizar em demasia e, em 4 de dezembro de 2008, a Bolsa de valores de Cabo Verde foi obrigada a suspender as transações bolsistas, que só seriam retomadas a 14 de janeiro deste ano.


Em março, o Estado cabo-verdiano alienou a sua participação na empresa por uma Operação Pública de Venda (OPC), que envolveu 28% do capital social, mantendo apenas uma golden share, de 2,13%, o que lhe permite ter uma palavra decisiva em questões estratégicas.


"Os acionistas minoritários, com 14,7%, e o Estado de Cabo Verde estão na base da pirâmide, mas os acionistas minoritários podem fazer desequilibrar a balança desde que marquem presença das reuniões da assembleia-geral", remata o A Semana (Fonte: Agência Lusa, 2009-06-12).

domingo, 31 de maio de 2009

Angolanos anunciam descoberta de novo poço petrolífero


Uma nova descoberta petrolífera foi anunciada nesta quarta-feira pela Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) e pela British Petroleum (BP).


Segundo um comunicado da companhia petrolífera angolana, o novo poço com capacidade de produção de cinco mil barris diários, denominado “Oberon-1”, foi perfurado a 1.624 metros de profundidade a partir do fundo do mar. Ao todo, a jazida fica 3.622 metros abaixo do nível do mar.


O poço está situado na parte sul do bloco 31 das águas ultra profundas do offshore angolano e aproximadamente a 335 quilômetros a noroeste de Luanda, e a quatro quilômetros a nordeste do campo “Dione”, sendo a décima oitava descoberta da BP no bloco. No bloco 31, a Sonangol é a concessionária com 20% de participação, a British Petroleum opera 26,7%, a Esso Exploration and Production Angola 25%, a Statoil Angola A.S 13,3%, a Marathon International Petroleum Angola 10% e a TEPA 5% (Fonte: Agencia Lusa, 2009-05-27).

domingo, 24 de maio de 2009

Angola's subsalt oil reserves may resemble Brazil's


Geological similarities between Angola's and Brazil's subsalt areas suggest that future exploratory drilling on Angola's continental shelf may one day find oil reserves similar to Brazil's recent large discoveries, a Sonangol scientist said. Sonangol, Angola's state oil firm, has started preliminary studies into Angola's subsalt region over the last several months. The company is now preparing for seismic and other geological studies -- expected to cost hundreds of millions of dollars -- to assess the size of reserves in the country's subsalt region, said Luman Sebastiao, a geoscientist for Angola state oil firm Sonangol's exploration unit.


The first exploratory drilling of Angola's subsalt area may occur within three or four years, Sebastiao told, while attending the fourth Organization of Petroleum Exporting Countries International Seminar in Vienna. Angola's oil minister is OPEC's current president. "The Angolan and the Brazilian continental shelves have various similarities as they have been joined for a certain geological period," Sebastiao said.


Brazilian state-run oil firm Petroleo Brasileiro in the past two years has announced several massive oil finds in the subsalt area off Brazil's coast that together contain dozens of billions of barrels in reserves. Oil found in the area is usually at water depths of around 2,000 meters, and several thousand meters further below layers of sand, rocks and salt -- making exploration and production challenging and expensive. Angola's subsalt reserves could be "gigantic," and even as big as Brazil's, Sebastiao said, though he acknowledged Angola's subsalt exploratory drilling hasn't yet begun.

The subsalt is Angola's next exploration front, after deep and ultra-deep exploration, Sebastiao said, adding that unlike in Brazil, Angola's subsalt region is found both onshore and offshore. Angola's onshore subsalt region lies about 4,000 meters below the ground, while the offshore subsalt region lies even deeper, Sebastiao said. Brazil's Petrobras has been helping Sonangol in starting to study its subsalt region, and many Sonangol technicians have been trained in the area in Brazil, Sebastiao said. "Petrobras is our great example in this area," the Sonangol scientist said.
Angola's studies into its subsalt area at first are concentrating on the Kwanza onshore and offshore basin, and the Congo basin. At a later stage, Angola will study more southern regions (Fonte: Gas and Oil / Rigzone, 2009-03-18).

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Sonangol associa-se à Esso para explorar bacia do Quanza


A Sonangol associou-se à Esso, uma subsidiária da ExxonMobil Corp, para analisar a possibilidade de explorar petróleo na bacia do rio Quanza, afirmou terça-feira em Luanda o chefe do Departamento de Exploração da petrolífera.


Depois de adiantar que estudos realizados indicaram a existência de 6 milhões de barris de petróleo naquela bacia, Severino Cardoso adiantou que a Sonangol poderá também explorar petróleo nas águas profundas da mesma bacia e está a ponderar investimentos em terra nas bacias dos rios Cassanje e Ocavango.


No passado, a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola retirou 80 mil barris por dia da bacia do rio Quanza mas o início da guerra civil após a independência do país da antiga potência colonial Portugal forçou a estatal a parar com essa actividade.


Angola, actualmente o maior produtor africano de petróleo depois da Nigéria, retira a maior parte da sua produção de 1,6 milhões de barris por dia de poços no mar (Fonte: Macauhub, 2009-04-15).

segunda-feira, 30 de março de 2009

Governo angolano vai isentar de impostos empresas que explorem gás natural


O governo de Angola vai isentar de impostos as empresas que explorem gás natural e vai pressionar as empresas petrolíferas a contratarem mais trabalhadores angolanos, noticiou quarta-feira o Jornal de Angola.


Na terça-feira, o parlamento angolano aprovou uma autorização legislativa para que o governo aprove a isenção de impostos para as empresas que explorem gás natural, decisão que visa estimular o investimento no país que não dispõe de mercado doméstico para o gás.


No âmbito destas medidas, a Sonangás, subsidiária da estatal Sonangol, vai atribuir direitos de exploração durante 10 anos à ENI Angola Exploration BV, Gas Natural West Africa SL, Galp Exploração Petrolifera e Exem Energy BV.


O parlamento aprovou igualmente novas medidas destinadas a aumentar o número de trabalhadores angolanos no sector petrolífero, aprofundando a política de "angolanização" governamental.


As novas medidas obrigam as empresas petrolíferas a contribuirem para um fundo especial que será utilizado na formação e desenvolvimento de quadros angolanos não tendo o estatal Jornal de Angola anunciado qual o valor da contribuição (Fonte: Macauhub, 2009-03-26).

Futuro da Galp Energia passa por Angola diz empresário português Américo Amorim


O empresário português Américo Amorim considera que o futuro Galp Energia deve passar pela parceria entre os accionistas portugueses e a empresa angolana Sonangol, caso a italiana ENI decida sair.

O homem mais rico de Portugal, em entrevista, na sexta-feira, à agência Reuters, disse que o responsável máximo da ENI, Paolo Scaroni, já lhe disse, “várias vezes, que, não tendo a possibilidade de controlar a Galp, prefere sair”.

Américo Amorim, que já mostrara a disponibilidade em adquirir a posição de um terço do que a ENI tem na Galp, lembrou que o acordo entre a Amorim Energia, o Estado português e a empresa italiana é válido até 2014, mas frisou: “é óbvio que pode-nos convir alterá-lo e antecipá-lo”.

Embora não tenha feito referência directa à possível compra da posição da ENI, afirmou que “tudo é negociável “ e que “até 2014 são muitos anos para que nada aconteça”, lembrando que na Galp o” estado natural de desenvolvimento está feito”. O responsável máximo da ENI afirmou, no final de Outubro, que a empresa italiana está receptiva a ofertas em relação à posição que tem na Galp. “A Galp tem uma referência portuguesa, há uma relação fantástica com a Sonangol e Angola, e o Estado português também está no negócio. Acho que estamos no caminho que devemos prosseguir”, referiu o empresário. “Sempre disse que não estou disponível para abandonar o projecto Galp. Primeiro, tenho o Estado português e aquilo que subscrevi com ele. Segundo, sou português. Terceiro, tenho uma empresa responsável que é a Sonangol”, afirmou. Quanto ao possível aumento de capital da empresa para financiar a expansão, Amorim disse: “tenho uma abertura total, vivo tranquilo. Desde que estou na Galp nunca tive qualquer impedimento em relação a nenhuma solução e não quero manifestar, de uma forma ou de outra, a minha opinião”, concluiu (Fonte: Jornal de Angola, 2009-03).

Sonangol atenta a Cuba


A petrolífera angolan, juntamente com outras de origem chinesa e russa, é candidata a exploraçao de blocos de petróleo no Mar do Carbe pertencente a Cuba. O assunto, segundo o Semanário "Novo Jornal", vem sendo falado há muito e o ano passado o presidente da Sonangol este em Havana.


Segundo ainda àquele Semanáro angolano, o assunto foi discutido durante a visita de Raúl Castro, actual Presidente Cubano Angola.


Citando à Reuters, o Novo Jornal revela que o ministro daIndustria cubana, Manuel Marrero afirmou que na capital cubana a existência de empresas chinesas e angolanas a negociar participações em blocos petrolíferos do país. Mas avançados estão investidores russos, que nos próximos dias podem assinar um acordo de exploração de 15 bcos sitados na parte cubana do Golfo do México.


Recorde-se que esta investida russa em Cuba indica reaproximação efectiva entre os dois países. Logo a seguir à queda do Muro de Berlim e consequentemente o desmoronar dos países comunistas, Rússia e Cuba foram-se afastando a nível político, diplomático e económico. Mas Vladimir Putin e agora Medvedev (actual Presidente da Rússia) retornaram a cooperação, sendo a área petrolífera uma das mais apetecíveis.


A propósito, o Manuel Marrero disse também que, apesar do interesse efectivo da parte chinesa e angolana, estas intenções são menos expansionistas do que as do Leste Europeu. Cuba dividiu a sua parte do Golfo do México em 59 blocos, sendo que 21 estão já entregues a sete Companhias petrolíferas.


O país caribenho produz 60 mil barris de petróleo por dia. Até agora, e segundo a Reuters, apenas um poço está a ser explorado com algum sucesso, através dos espanhóis da Rapsol. Estes já avisaram estar dispostos a avançar para a segunda concessão, ao mesmo tempo que a brasieira petrobras também demonstrou interesse nas águas profundas de Cuba (Fonte: Angonoticias, 2009-03-24).


segunda-feira, 23 de março de 2009

Odebrecht produz etanol em Angola


A Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), joint venture angolano-brasileira que envolve a Odebrecht, o grupo privado angolano Damer e a estatal Sonangol, vai investir US$ 258 milhões na construção de uma usina de açúcar, etanol e bioelectricidade em Angola.

Localizada no município de Cacuso, província de Malanje, a planta terá capacidade de produção de 30 milhões de litros de etanol, 250 mil t de açúcar e 160 MWh/ano de bioeletricidade. Inicialmente, a produção servirá para abastecer apenas o mercado interno.

O projeto visa reduzir as importações de açúcar e o consumo de combustíveis fósseis em Angola e está previsto para começar a operar em 2012. A Odebrecht participará com a transferência de experiência nos setor sucroalcooleiro e com a execução e gestão do projeto.

A empresa brasileira terá 40% de participação na Biocom. A Damer possui outros 40 % e a estatal Sonangol, 20% (Fonte: Brasil Hoje, 2009-03-18).

quarta-feira, 4 de março de 2009

British Petroleum acha óleo no pré-sal angolano


A petroleira britânica BP anunciou nesta terça-feira (3/3) a descoberta de novas reservas na porção centro-norte do Bloco 31, a 415 km a nordeste de Luanda, em Angola. O prospecto denominado Leda foi perfurado em lâmina d´água de 2.070 m e poço descobrir alcançou a profundidade de 5.907 m.

A reserva foi comprovada através de teste a cabo. Esta é a quinta descoberta feita pela petroleira britânica abaixo da camada de sal no bloco 31.

O direito de operar o bloco foi adquirido pela BP em 1999. A petroleira britânica é a operadora da área com 26,7% de participação. A empresa tem como sócias a Esso (com 25%), Sonangol P&P (20%), Statoil Angola (13,33%), Marathon (10%) e TEPA (5%) (Fonte: Brasil Energia, 2009-03-03).

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sonangol fecha negócio com BCP


O BCP e a Sonangol chegaram finalmente a acordo e hoje Carlos Santos Ferreira irá anunciar, durante a conferência de imprensa de apresentação de resultados do primeiro trimestre, a entrada da petrolífera angolana no capital do seu banco em Angola.

Segundo avança o Diário Económico, os termos da parceria serão anunciados esta segunda-feira, bem como o calendário para a concretização do negócio. «Foi combinado entre as duas partes que os termos do acordo fossem comunicados segunda-feira [hoje], sendo que tudo deverá ficar concluído ainda durante o mês de Maio», precisou o mesmo responsável. Ou seja, o negócio será concretizado dentro de poucas semanas.

A Sonangol e o Banco Privado Atlântico, um banco que tem como principal accionista a petrolífera angolana, irão entrar no capital do Millennium Angola com 49,9% do capital. O BCP mantém os restantes 50,01%.

A parceria permitirá ao BCP respeitar as directrizes das autoridades angolanas, que exigem a entrada de parceiros locais no capital dos bancos estrangeiros a operar em Angola e, por outro lado, facilitará a expansão do banco português naquele país.

O BCP decidiu, ainda com Paulo Teixeira Pinto na presidência, alargar a sua intervenção em Angola, tendo transformado a sua sucursal num banco de direito local, depois de definir o país como uma prioridade da estratégia de internacionalização do BCP. Essa decisão ocorreu em simultâneo com a entrada da Sonangol no próprio BCP, de que a petrolífera já é um dos principais accionistas.

Embora não tenha sido comunicada oficialmente, a participação da Sonangol deve rondar actualmente os 7% (Fonte: Diário Digital, 2008-05-12).

Angola: Crescimento do PIB abranda em 2009


O crescimento da economia angolana deverá abrandar para 5,1 por cento em 2009, metade do previsto para 2008, devido à quota de produção petrolífera da OPEP, segundo dados hoje divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

O crescimento real do PIB angolano "deverá abrandar em 2008 e 2009" para 11,5 por cento e 5,1 por cento, respectivamente, "à medida da travagem do crescimento da produção petrolífera, para 11 por cento e dois por cento, assumindo que o país cumpre a nova quota de produção petrolífera da OPEP [Oganização de Países Exportadores de Petróleo], de 1,9 milhões de barris diários".

Os dados constam do relatório "Perspectivas Económicas para África 2008", da OCDE e do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), hoje divulgado à margem da abertura da Assembleia Geral do BAD, em Maputo, Moçambique.

Para o país anfitrião da conferência, é previsto um ligeiro abrandamento da economia moçambicana - de sete por cento este ano, para 6,8 por cento em 2009 - e também da cabo-verdiana - de 7,6 por cento para sete por cento.

Segundo os dados da OCDE e BAD, a economia angolana creceu 19,8 por cento no ano passado, acelerando 1,2 pontos percentuais face a 2006.

Quanto ao sector petrolífero, OCDE e BAD sublinham a existência de "progressos" ao nível da transparência na gestão de receitas petrolíferas, "embora muito continue por fazer", nomeadamente a adesão ao mecanismo internacional Iniciativa para a Transparência nas Indústrias Extractivas, permitindo que Sonangol e Endiama continuem a ser usadas em operações do governo ou banco central.

O relatório sublinha o contributo positivo que as receitas petrolíferas têm tido para a economia angolana, mas também a "pressão" a que o governo está sujeito, para que o crescimento se traduza em benefícios no nível de vida da população.

"A incapacidade de disseminar os benefícios do crescimento pode causar um aumento das tensões sociais. A pressão política sobre o governo está a aumentar, especialmente com as eleições parlamentares e presidenciais, agendas para 2008 e 2009 e há muito adiadas", lê-se no relatório hoje divulgado.

"A prioridade", dizem BAD e OCDE, "deve ser dada à criação de um ambiente de negócios saudável para os investidores estrangeiros e domésticos, implementar reformas estruturais, continuar a reabilitar as infra-estruturas e melhorar a gestão da despesa através da descentralização dos investimentos públicos para o nível local".

OCDE e BAD sublinham ainda que "o mesmo grupo de pessoas" da elite angolana, nomeadamente os círculos "próximos" do presidente José Eduardo dos Santos, que até ao final da guerra civil tinha "total controlo da economia", continua a ser preponderante.

"Com a pacificação, o mesmo pequeno grupo de pessoas alcançou o acesso a activos anteriormente detidos pelo Estado e muitos pensam que continuam a ter acesso facilitado a licenças, concessões, crédito e oportunidades de negócio em geral", afirma.

Neste sentido, BAD e OCDE recomendam uma "abertura verdadeira da economia", salientando que apesar dos esforços que têm vindo a ser feitos, nomeadamente no campo legal, "fazer negócios em Angola continua a ser difícil", refere o relatório.

Não obstante, adianta, o sector não-petrolífero continua a crescer com "força" e a atrair investimentos. "Os elevados preços e aumento da produção petrolífera continuam a possibilitar altas taxas de crescimento do PIB, e o dinamismo do sector petrolífero atraiu uma grande diversidade de investimento relacionado, como nos serviços financeiros, construção e indústria. A agricultura também começou a mostrar um crescimento forte", nomeadamente "graças à melhoria da segurança nas zonas rurais", adianta.

Um sector cujo desempenho é considerado "decepcionante" é o diamantífero, com um recuo de produção na orgem dos três por cento no primeiro semestre do ano passado, atribuído a difíceis condições climatéricas.

Por outro lado, nos biocombustíveis Angola apresenta-se com potencial para se tornar "um dos mais importantes produtores", nomeadamente com o apoio brasileiro.

O relatório salienta ainda as "novas possibilidades de financiamento" abertas para Angola através do recente acordo com os credores do Clube de Paris, conjugadas com os superávites a nível fiscal e externo, importantes na actual fase de reconstrução (Fonte: Notícias Sapo, 2008-05-12).