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domingo, 27 de janeiro de 2013

ANP divulga pré-edital da 11ª rodada de licitações de petróleo e gás

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou na tarde desta quinta-feira (24) em sua página da internet o pré-edital e a minuta do contrato de concessão da 11ª rodada de licitações para exploração de petróleo e gás. O pré-edital foi publicado nesta quinta no Diário Oficial da União.

Segundo a minuta do pré-edital, a licitação visa a conceder contratos de concessão para exploração e produção de petróleo e gás natural em 172 blocos com risco exploratório, localizados em 17 setores de nove bacias sedimentares brasileiras: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo e Sergipe-Alagoas.

Segundo o pré-edital serão ofertados blocos em bacias de novas fronteiras tecnológicas para atrair investimentos para regiões ainda pouco conhecidas geologicamente; e blocos em bacias maduras, visando a oferecer oportunidades e aumentar a participação de empresas de pequeno e médio porte na exploração e produção de petróleo e gás natural em bacias densamente exploradas, permitindo a continuidade das atividades nas regiões onde têm grande papel socioeconômico.

A minuta do contrato faz parte do pré-edital, que ficará em consulta pública pelo prazo de dez dias contatos a partir de sexta-feira (25). A audiência pública da rodada será no dia 19 de fevereiro, no auditório da Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro, a partir das 9h, informou a ANP.

Na quarta-feira (23), o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Martins Almeida, disse que o governo espera arrecadar até R$ 10 bilhões com a 11ª rodada.

No dia 17, a diretora da agência, Magda Chambriard, confirmou a realização de uma rodada de leilões para exploração de gás em terra em 2013. Segundo disse, as reservas brasileiras de xisto são importantes demais para serem desprezadas. Magda disse que a realização do leilão foi um pedido da presidente Dilma Rousseff. A executiva também falou sobre a mistura de etanol na gasolina. Segundo reiteirou Magda, o aumento de percentual, dos atuais 20% para 25%, poderá acontecer em abril.

(Fonte: Globo G1, 2013-01-24).

segunda-feira, 23 de março de 2009

Petrobras devolve blocos à ANP


A Petrobras devolveu à ANP 18 blocos exploratórios ao longo do último ano nas bacias Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas, Foz do Amazonas, Campos e Santos. As devoluções totais dos direitos das áreas atingiram 11 blocos em terra e sete blocos offshore.


Na Bacia Potiguar, área onde a Petrobras mais devolveu blocos, voltaram ao portfólio da ANP os blocos BT-POT-35, BT-POT-45, BT-POT-50, BT-POT-62, BT-POT-39A e BT-POT-42. Ainda em terra, foram devolvidas as concessões das áreas BT-REC-19, BT-REC-29 e BT-REC-4, na Bacia do Recôncavo, e BT-SEAL-4 e BT-SEAL-12, na Bacia de Sergipe-Alagoas.


A estatal mais uma vez se desfez de áreas na Bacia do Foz do Amazonas, com a devolução dos blocos BM-FZA-4 e BM-FZA-5. Também voltaram para a agência parte dos direitos sobre os blocos BM-C-28 e BM-C-26, na Bacia de Campos, e BM-S-41, BM-S-42 e BM-S-36, todas na Bacia de Santos.


Foram devolvidos ainda para o órgão regulador os contratos dos campos de Lagoa Verde, Paramirim do Vencimento e Fazenda Sori, ambos na Bahia, e Rio Ibiribas e Rio Doce, no Espírito Santo (Fonte: Energia Brasil, 2009-03-09).

terça-feira, 18 de março de 2008

Novo poço de petróleo é descoberto no recôncavo baiano


Um novo poço de petróleo entrará em operação na Bahia dentro de duas semanas, com produção inicial prevista de 250 barris por dia. A descoberta, em São Francisco do Conde, foi do consórcio operado pela Starfish Oil & Gás S.A., com a participação da angolana Somoil do Brasil Ltda. Nos próximos meses, outras analises serão realizadas na região para avaliar a possibilidade de produção comercial em outros poços, o que pode transformar o local no mais novo campo de exploração do óleo no estado.


Localizado na fazenda Ipê Amarelo, o poço recém-descoberto fica em terra firme, tem dois mil metros de profundidade e consumiu R$6,5 milhões em investimentos. Com o óleo de 27º API, só aguarda a autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para entrar em operação e vender o produto para a Petrobras. O proprietário das terras, o empresário Antônio Pena, vai ficar com um 1% do faturamento a título de royalties.

Essa é a segunda descoberta de petróleo da Starfish Oil & Gás no estado. Em 2007, ela foi responsável pela perfuração do Campo de Guanambi, na Bacia do Recôncavo, atualmente operado pela Petrobras e produzindo desde março de 2007. A esperança agora é confirmar a existência de mais óleo na região e emplacar outro campo. “Vamos perfurar e prospectar novas áreas. Estamos participando de um renascimento da produção petrolífera na região e bastante satisfeitos”, comemorou Arnaldo Barbosa, engenheiro de petróleo da Starfish.

Com cerca de 50 empregados, entre próprios e terceirizados, a empresa é formada por ex-petroleiros e uma das muitas que aproveitaram a oportunidade criada com a licitação de novas áreas de exploração. Presente em 27 blocos exploratórios na Bahia, Sergipe, Alagoas e Rio Grande do Norte, foi a primeira companhia brasileira a operar um poço em parceria com a Petrobras na Bacia de Campos (Fonte: Correio da Bahia, 2008-03-15).

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Empresa privada Brasileira inicia produção de petróleo na Bahia

Ivana MoreiraA mineira Egesa começa a produzir nesta semana, no Recôncavo Baiano, 30 barris por dia de petróleo leve. Dentro de 15 dias, deverá fazer o primeiro embarque para um cliente de São Paulo. O investimento em dois poços de plataforma terrestre, que já soma R$ 5 milhões, faz parte do plano estratégico para diversificar os negócios da companhia, uma das grandes empresas de construção pesada do país. Há dois anos, a Egesa começou a apostar em quatro novas linhas de atuação: exploração de petróleo, construção de linhas de transmissão de energia, concessão de limpeza urbana e produção de álcool. A empresa é sócia minoritária, com 10% de ações, na usina de álcool Santa Luzia, em construção em Itumbiara, no Estado de Goiás. Diretor de controle e um dos oito sócios da construtora, José Geraldo Mendes diz que todos os novos investimentos são negócios com grande potencial. Não esconde, porém, seu entusiasmo com o petróleo e o álcool. Faz suas contas numa calculadora e profetiza: "A Egesa Petróleo poderá ser maior do que é hoje a construtora". E completa: "mas é o álcool que vai nos dar dinheiro mais rápido." A usina de Itumbiara, que entrará em operação em 2008, deverá produzir 114 milhões de litros no primeiro ano. A R$ 0,84 por litro, garantirá um faturamento de R$ 95,7 milhões. Como a capacidade da usina pode chegar a 240 milhões de litros, a receita poderá ser de até R$ 200 milhões anuais. O diretor da Egesa - um ex-engenheiro da construtora Mendes Júnior que fez carreira no Iraque, como quase todos os demais sócios - ainda se espanta com a velocidade do negócio de cana-de-açúcar e álcool. Além das ações na usina Santa Luzia, que por sua vez é dona de 20% na usina Cachoeira Dourada, em Sertãozinho (SP), a Egesa detém uma cota de 25% em 10 mil hectares de plantio de cana em Itumbiara. Como a usina só entra em operação em 2008, não faltam propostas para a compra da cana neste ano. De olho nesse mercado, a empresa já está negociando mais terras na região. No negócio do petróleo, os donos da Egesa resolveram entrar em 2005, por pressão de antigos colegas da Mendes Júnior que hoje atuam no setor. Venceram a licitação da Agência Nacional do Petróleo (ANP), com oferta de R$ 3,1 milhões (R$ 400 mil de bônus e R$ 2,7 milhões em investimentos) para explorar dois poços, Araças Leste e Sete Galhos, perfurados pela Petrobras. Já investiram mais do que pretendiam na plataforma mas estão otimistas. O óleo que primeiro jorrou é do poço onde nem a Petrobras, quando explorou a região, chegou a encontrar petróleo. O que significa que são boas as chances de que a Egesa consiga produzir petróleo nos dois poços. No outro, a própria estatal já tinha encontrado óleo. José Geraldo Mendes já trabalha com a perspectiva de produção diária de 100 barris, 50 de cada poço. "US$ 2,16 milhões por ano", traduz ele. No lote da Egesa no Recôncavo Baino há ainda um terceiro poço perfurado pela Petrobras e a possibilidade de investir na perfuração de outros poços. A construtora também não descarta a possibilidade de disputar outras rodadas da ANP. Aparentemente com menor potencial, os dois outros novos negócios da Egesa - limpeza urbana e transmissão de energia - também não fazem feio no balanço financeiro. A divisão que disputa concessões municipais de limpeza urbana faturou R$ 20 milhões no ano passado. Em apenas dois anos, já conseguiu os contratos de cinco cidades da região metropolitana de Belo Horizonte. O mais recente é com Ribeirão das Neves, município de 300 mil habitantes. Para construir duas linhas de transmissão de energia, uma no Mato Grosso e outra no Tocantins, os contratos assinados pela Egesa somaram R$ 70 milhões. Nesta área, a construtora ainda trabalha como prestadora de serviços. Tentou mais ainda não conseguiu vencer a disputa em leilões da Agência Nacional de Energia (Aneel). "Vamos continuar disputando", diz Mendes. Para construir as duas linhas, a Egesa investiu R$ 40 milhões. Metade do dinheiro foi gasto em ativos, equipamentos específicos para este tipo de trabalho. "Agora que temos os ativos, não vamos sair do negócio." A construtora mineira foi fundada em 1962, mas foi depois de 1985, quando os ex-engenheiros da Mendes Júnior assumiram o controle, que ela despontou no mercado da construção pesada rodoviária. No ano passado, a empresa faturou R$ 350 milhões. Para 2007, a meta é crescer 20% e atingir R$ 420 milhões. "Formamos um grupo de pessoas que se conhecem há muitos anos, que têm muita afinidade profissional, por isso os negócios dão certo", avalia o diretor de controle. Para garantir que as coisas continuem indo bem, há uma semana a Egesa assinou contrato com a consultoria Proudfoot. Quer um diagnóstico da gestão, saber onde está acertando e, principalmente, onde pode melhorar. (Valor Econômico)

Empresa privada Angolana explora petróleo no Brasil

The Angolan Private Oil Society (Somoil) won, recently, an international competition to participate in research, development and oil production, and gas in Brazil, ANGOP learnt in Luanda.
According to the company source, Somoil holds 50 percent of the concession at Block BT-REC-18, in the Recôncavo Basin, Brazilian State of Bahia, with the Brazilian Starfish Oil & Gas Society as the operator, which has an equal share of participation.
To abide the contract clauses, Somoil already disbursed half of the six million dollars established to pay the debt of initial expenses made by the Brazilian partner.
Somoil also carried out a joint technical study with the Brazilian Starfish private company to explore the country's main onshore oil field of the Kwanza Basin.
The activities also include the internal distribution of fuel and oil, as well as developing solar and aeolic energy.
First private oil private that is totally Angolan to enter the field of oil exploration, in 2002, with a 10% quota, Somoil is amongst the that work at block 3/05 and 3/05A, close to Sonangol Research & Production (25%), China Sonangol International Limited (25%), Angolan Japan Oil (20%), Eni Angola Production (12%), Petroleum Industry of Serbia (4%) and the Croatian Ina-Naftaplin (4%).
In block 4/05, not yet researched, Somoil has a 15 percent participation quota, together with Sonangol Research & Production (50%), Norsk Hidro Angola (20%) and Angola Consulting Resources (ACR) 15%.