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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Chevron produz em Angola

A subsidiária da Chevron Cabinda Gulf Oil Company Limited (CABGOC) produziu hoje o primeiro óleo do projeto Mafumeira Norte, em Angola, no continente africano.

Em lâmina d'água de 49 m e a cerca de 24 km da costa angolana, o projeto Mafumeira Norte é a primeira fase do exploração do campo de Mafumeira, localizado na area A do bloco 0, e conta com 14 poços.

O pico de produção deve ser atingido em 2011, com 30 mil b/d de óleo bruto e cerca de 0,85 milhão de m³/dia de gás natural.

A CABGOC é a operadora do bloco, com 39,2%. O consórcio inclui também Sonangol P & P (41%), Total (10%) e ENI (9,8%) (Fonte: Energa Hoje, 2009-07-03).

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Roc Oil anuncia descoberta de petróleo em Cabinda


A empresa petrolífera australiana Roc Oil anunciou a descoberta de pteróleo no onshore de Cabinda, norte de Angloa, adiantando que novas perfurações serão necessárias para determinar se o achado tem valor comercial.


Em comunicado ao mercado de capitais, a Roc Oil, principal accionista e operadora da sociedade responsável pelos trabalhos de exploração, aponta que a descoberta, feita no poço "Massambala-1", consiste numa coluna de petróleo com 9,5 metros.


A empresa afirma que está prevista a ralização de um segundo furo, antes da sus´penão dos trabalhos devido à época das chuvas.


O petróleo de Massambalala é do tipo pesado e viscoso, em vez do valioso e mais "leve", característico dos países ocidentais africanos.


Em Massambalala, os dados disponíveis indicam a presença potencial de 170 milhoões de barris de petróleo "pesado".


Iniciados há um ano, os trablahos conduziram à identificação de duas reservas potenciais de pteróleo "pesado" ("Massambala-1" e "Côco-1"), cuja viabilidade comercial será testada entre o final deste ano e início de 2009.


Outro poço, "Sésamo-1", foi recentemente dado como "seco".


O consórcio operado pela Roc Oil Cabinda (paerticpação de 60%) integra ainda a Force Petroleum e a Sonangol, petrolífera estatal angolana, cada uma com 20% da sociedade (Fonte: Angonoticias/Lusa, 2008-10-09).

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Angola é o maior produtor de petróleo em África, segundo a OPEP


Angola ultrapassou a Nigéria como o maior produtor africano de petróleo, de acordo com o mais recente Oil Mining Report (OMR) divulgado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

No seu OMR para o mês de Maio, a OPEP afirma que a produção angolana em Abril foi de 1,87 milhões de barris por dia ao passo que a produção da Nigéria caiu para 1,81 milhões de barris, contra um pico de 2,5 milhões de barris três anos antes.

De acordo com a OPEP, a produção diária da Nigéria tem vindo a cair com 2,235 milhões de barris em 2006 e 2,125 milhões de barris em 2007. Durante o mesmo período, a produção de Angola passou de 1,385 milhões de barris por dia em 2006 para 1,66 milhões em 2007.

O cartel petrolífero atribuiu o aumento da produção de Angola a novos projectos "offshore" na região rica em petróleo junto à costa da província de Cabinda (Fonte: Macauhub, 2008-06-11).

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

Roc Oil aprova programa de trabalho em Cabinda para 2007

Australiana Roc Oil aprovou programa de trabalho em Cabinda para 2007. O programa de trabalho para 2007 da "joint-venture" Cabinda Sul inclui três poços exploratórios em terra e um orçamento de 54 milhões de dólares, 43 milhões dos quais para perfuração, anunciou quinta-feira em Sydney a empresa australiana Roc Oil.Em comunicado publicado no sítio da empresa, a Roc Oil acrescenta estar a ser organizada uma operação com duas plataformas que começarão a perfurar no final da estação das chuvas, que ocorre normalmente em finais de Março e de Abril.O final da estação das chuvas vai igualmente determinar a data de iníciod a construção das plataformas de perfuração e das estradas de acesso.A Roc Oil tem uma participação de 60 por cento na Cabinda Sul com a Force Petroleum e a Sonangol a deterem 20 por cento cada. (Agência Brasileira de Notícias)

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

Acordo de Paz em Cabinda

Cabinda rebels 'to hand over arms'
By
Jonathan Davis

Separatists in Angola's northern province of Cabinda were due today to turn in their weapons as part of a deal to end a 31-year conflict with the government in Luanda. Guns and other arms once used by Liberation of the Enclave of Cabinda (Flec) guerrillas were scheduled to be destroyed following a ceremony in the city of Cabinda, the capital of the oil-rich province, the state-run Angop news agency said.

The decommissioning comes about five months after a faction of Flec signed a peace agreement with Luanda that gives special status to the restive coastal region and an amnesty to all former combatants in the separatist struggle.

"The establishment of peace and reconciliation in Cabinda opens a new era of brotherhood and political and military stability that will permit the reconstruction and development of the northern Angola region," Angop said.

Angola's Parliament, which is dominated by the ruling party of President Jose Eduardo dos Santos, has approved a set of measures to restructure Cabinda's government and alter the duties and tariffs that apply to goods exported or imported through the province, a coastal enclave separated from the rest of Angola by a narrow strip of the Democratic Republic of Congo.

Angola, which also has pledged to give Cabindan separatists ministerial and diplomatic positions as well as integrate them into the army, is eager to end hostilities in the region, which accounts for more than half of the nation's oil production.

Cabindans frequently complain that they see little from the country's growing oil wealth. Angola is Africa's second-largest producer of crude after Nigeria, and its economy has been booming since the end of a 27-year civil war in 2002.

Companies, especially in the oil sector, are clamouring to stake their claim to this bonanza. Much of the interest is focused on Cabinda, a former Portuguese protectorate.
Oil exploration there has tended to revolve around offshore drilling, but analysts say a lasting peace would pave the way for significant onshore activity.

At the same time, they worry that the fractured nature of FLEC could prevent Luanda from putting a final lid on separatist ambitions. A faction led by Nzita Tiago, a leading Flec figure, already has rejected the peace agreement with the government, Reuters reported.
18:10 GMT, 05 January 2007 last updated: 23:44 GMT, 05 January 2007